Complexo de Highlander

O mau do brasileiro é achar seguro ser imortal.

Em 1986 foi lançado nos Estados Unidos o filme “Highlander”, que no Brasil chegou um tempo depois e ganhou as palavrinhas que acabaram fazendo parte do inconsciente popular: “Highlander: O guerreiro imortal”. O filme conta a saga de um guerreiro escocês do século XIV que se torna imortal. A única forma de derrotá-lo é cortando a sua cabeça.

Ele guerreia, vence, conquista, se apaixona. Consegue o que deseja em séculos de existência. Se não tivéssemos a geniosidade de Stan Lee, Connor Macleod, personagem interpretado pelo ator Cristopher Lambert, facilmente poderia ter feito parte do universo Marvel.

E foi essa ideia de invencibilidade, de domínio sobre o tempo, de grandiosidade homérica e capacidade de vencer todos os obstáculos – inclusive a morte – que fez com que muitos brasileiros acabassem criando simpatia pela ideia de ser um guerreiro imortal.

Ledo engano. Como diz o ditado popular, ninguém morre de véspera. Mas morre.

Tente recordar quantas vezes quiseram, literalmente é claro, cortar a sua cabeça. Naquele emprego promissor, quantas pessoas tentaram te derrubar? Quantas preocupações com família, carro, casa, saúde te fizeram “perder” a cabeça nos últimos meses?

Em tempos de pandemia mundial, onde líderes outrora poderosos pedem ajuda a Deus para combater um inimigo invisível, que se multiplica em progressão exponencial e dizima vidas e economias antes ditas sólidas em semanas, quantos “highlanders” americanos, europeus e asiáticos estão perdendo a cabeça?

E a pergunta principal: O que te faz diferente do resto do mundo? Seu trabalho? Sua rotina diária de academia? Os valores aplicados nas corretoras e na bolsa de valores? Sua casa? Sua família? Ou esse sentimento forte e poderoso, mas ao mesmo tempo sutil e paranoico, de se achar imortal?

É tempo, e é importante, assumirmos nossas responsabilidades sociais. Esteja você provendo a sua família ou não, lembre-se que a sua força de trabalho mantém uma gama de pessoas próxima a você que dependem da sua existência mortal: Sejam pais, fornecedores, colaboradores, filhos, esposa, seu pet, muitos giram em torno de sua órbita e contam com você.

E quando você perder a sua cabeça? Ou ser ferido durante a luta? Como eles ficarão no futuro? Quem os assistirão?

Você acredita que eles estarão amparados pelo governo e seus trágicos planos de seguridade social? Acredita nas boas ações empresariais que afirmam ampará-los em sua ausência?

Nós, da Nórdica Seguros, queremos que você tenha a consciência que um seguro ou uma cobertura securitária de vida vai além de proporcionar assistência a quem você ama. Cuida de você também. Há coberturas para incapacidade temporária, diagnósticos de doenças graves, invalidez e outros. Acredite: Um seguro de vida não é para ser utilizado apenas em caso de morte, mas também durante as batalhas da sua vida.

A verdade é que você é o principal provedor de muitas pessoas, e que faz seguro de tudo o que é material, como carro, casa, máquinas, empresa e etc., acabando por ignorar um fator determinante: Que a máquina de fazer dinheiro é você! Você é o ator mais importante e o responsável não só por sua vida, mas de muitas outras ao seu redor.

Você é o seu maior ativo: Acredite nisso!

Podemos parecer heróis invencíveis e imortais para aquelas pessoas que estão brincando na sala de casa, preparando o almoço ou afastados temporariamente por causa da quarentena enquanto você lê essa mensagem.

De fato, você é o maior herói delas. E elas contam com você. Para sempre contarão. Ame-as. Beije-as quando puder. Abrace-as bastante quando for permitido. E aproveite a beleza da vida.

Não deixe passar as oportunidades. Nós não somos imortais.

Texto por: Marcelo Almeida

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